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A mostrar mensagens de junho, 2017
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“KUNYAZA, A TÉCNICA QUE PROMOVE PODEROSOS  ORGASMOS           FEMININOS” A palavra “kunyaza”, originária do dialeto do grupo etno linguístico Rundi, de Ruanda – verbo kuniaára – significa “sexo molhado” e pode ser usado tanto para fazer xixi, como para designar a “ejaculação” feminina, ou seja, quando a mulher expele fluidos vaginais de maior densidade que a urina, que é aquosa, e de coloração de uma translucidez leitosa, que nada tem q ver com urina. É uma técnica desenvolvida e praticada principalmente na África Central – Ruanda, Congo, Uganda e Tanzânia – e que, em uma frase simples pode ser descrita como uma masturbação que o homem pratica na mulher, levando-a a um estado de excitação sexual extremo, com a evidência da secreção desses fluidos vaginais e que levam a mulher a orgasmos múltiplos e demorados, espasmódicos e de duração indefinida. É uma prática sexual tradicional nessa região do Continente Africano, não se sabe bem desde quando....
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“ SENHOR DOS MILAGRES, UM ANGOLANO PATRONO DOS PERUANOS”! É uma  história  praticamente desconhecida, mas o embaixador de Angola no México, Jaime Gonçalves, e o presidente da Identidade Nacional Peruana, Luís Lerggios, recuperam- na no documento “Senhor dos Milagres – Legado Monumental de Angola ao Cristianismo Universal”. O primeiro episódio passa-se algures no que é hoje Angola, em 1625, ano provável do nascimento do Homem que a História registaria como Pedro Dalcon. O mundo estava, então, em plena época esclavagista, com milhares de africanos a serem capturados e enviados para o continente americano. Apanhado neste turbilhão, Pedro Dalcon chega, em 1649, a Lima, capital do vice-reino do Peru, na costa do Pacífico e enviado para Pachacamilla, um lugarejo formado por “índios destribalizados, escravos desenraizados, alguns aventureiros cadastrados na justiça e mulheres de reputação duvidosa”, segundo o estudo referido. Foi em Pachacamilla, ...
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           SÃO PHILIPE DE BENGUELA HÁ CEM ANOS A cidade de S Philipe de Benguela era, no ano de 1870, um importante centro comercial, onde os povos do interior, principalmente os Bienos, iam permutar seus artigos, fugindo à exploração dos funantes, que já não lhes davam condições satisfatórias. Vinham estas comitivas de mercadores a pé, do Bié ou outras regiões ainda mais distantes, vender as suas mercadorias, a preços cujas cotações eram na época: -          Um Angolar e quarenta e cinco centavos, a libra de marfim de lei, não quebrado. -          Oitenta centavos a libra de cera limpa. -          Oito angolares e cinqüenta a arroba da borracha. -          Dois angolares a pele de onça, boa.      Os artigos mais procurados por essas caravanas vindas ...
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O CARNAVAL DE ANGOLA O festejo do carnaval nos bairros pobres as cidade de São Paulo da Assumpção de Loanda, remota a mais de um século; com efeito sabe-se de danças e mascaras carnavalescas, anteriores a 1870. A primeira de que se tem registro, foi a “Matinguita”, dança em que só figuravam homens, trajados de branco, com boné e botas, à semelhança dos marinheiros de guerra. Os instrumentos que faziam o acompanhamento musical da coreografia, eram o Batuque e as Puítas, e esta resumia-se a um andar bamboleante com pequenos pulos para a frente e para trás. Por volta de 1880, apareceu uma dança, a “Kinava”, que era um aperfeiçoamento da Mantiguita. Na Kinava, à semelhança da anterior, também só figuravam homens trajados de marinheiros, mas em blocos, e com separação pela escala militar hierárquica. Á frente ia um reduzido pelotão, com as fardas a imitar as dos oficiais da marinha, com Galões e Dragonas, e na cabeça, Boné de Pala; ao centro, puxado pelo grupo dianteiro,...
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              Lobito "Durante mais de 300 anos o Lobito e a sua baía foram totalmente ignorados pela Administração Portuguesa. No início do nosso século, quando a povoação se tornou testa do Caminho de Ferro de Benguela e o principal porto de Angola, conheceu um desenvolvimento sem paralelo na colónia. Tanto assim que aquando da Independência, em 1975, o Lobito era, sem dúvida, a mais promissora das cidades portuguesas do Ultramar. Não há quem tenha conhecido o Lobito que não reproduza, quase automaticamente, a frase assaz repetida nos folhetos turísticos da colónia nos anos 60: “A Sala de visitas de Angola.” E, se uma sala de visitas mostra o que há de melhor numa casa, então à cidade do Lobito, em relação a Angola, o epíteto assenta como uma luva. A urbe era arejada, limpa, modernamente traçada, com uma restinga de areia que se prolongava por mais de 7 km, toda ela bordada de viçosas e floridas moradias, que dividiam o mar alto do remans...