Livro: ONDE NO SÍTIO ARQUEOLÓGICO PRÉ HITÓRICO DAS PEDRAS NEGRAS, SE DESCOBRE O BACULUM, O OSSO PENIANO PERDIDO NA CADEIA EVOLUTIVA DO HOMO ERECTUS OU UANGA (FEITIÇO) NO PUNGO UÁ N’DONGO
ONDE NO SÍTIO ARQUEOLÓGICO PRÉ
HITÓRICO
DAS PEDRAS NEGRAS , SE DESCOBRE O
BACULUM,
O OSSO PENIANO PERDIDO NA CADEIA
EVOLUTIVA
DO HOMO
ERECTUS
OU
UANGA (FEITIÇO) NO PUNGO UÁ
N’DONGO
Carlos Duarte
Xitaka
Kassange
Silveiras SP
Dez2016 a Jan.17
- Para a segunda e terceira gerações,
filhos, sobrinhos, netos e sobrinhos netos
- Tenho tantos amigos fraternos que já
foram, deixando saudade e vazio, Caxandre, Nandinho, Cravo, Muko, Quito, que
citá-los e esquecer algum, seria uma
tremenda falta e uma injustiça. Dedico a todos eles, e cito os que mais
recentemente foram, deixando dor. O meu irmão Tchimboto e o meu enteado Gud, o
Peão.
INTRODUÇÃO
ÁFRICA, O
BERÇO DO HOMEM – Como os vestígios mais antigos dos homenídeos, que datam de
cinco milhões de anos foram encontrados em África, é consenso geral ter sido
este continente o berço da espécie humana. Ao abrigo dos grandes movimentos
tectônicos e das glaciações que convulsionavam e moldavam as massas setentrionais
da terra, África oferecia indubitavelmente condições favoráveis à evolução
humana. Há cerca de dois milhões de anos
os oceanos e as massas terrestres tinham adquirido aproximadamente a sua forma
atual. O numero de estações pré históricas encontrado em África, principalmente
na região entre o sul do Saara e o norte do Kalahári, leva a crer que terá sido
nesta fatia aprazível e de densa vegetação, terra fértil e pujança de caça, que
os antepassados dos homens escolheram para se desenvolver.
HOMO ERECTUS
– O mais antigo representante geralmente
aceite do gênero “homo”, viveu há quinhentos milênios na África, Ásia e Europa,
e espantem-se os usuários de medicamentos e poções conta as disfunções eréteis,
o pênis humano, tinha então um osso que o mantinha em estado de prontidão, para
o que desse e viesse, como acontece ainda nos dias atuais, com macacos e outras
espécies de mamíferos. Qual o motivo do desaparecimento do osso peniano ou
BACULUM – bastão ou bengala - no Homo
Erectus? Nada mais nada menos do que a MONOGAMIE, isso, a monogamia. Entre alguns dos palmípedes – e o
AUSTRALOPITECOS incluído, o sistema tático de reprodução e proteção à prole é a
cópula de todos os machos, com todas as fêmeas do grupo, tornando cada macho
pai potencial ou presumível de cada cria, e impedindo assim que os machos do
agregado, matem os “filhos dos outros”, e sim que os protejam e zelem pelo
desenvolvimento deles. O comprimento do BACULUM é maior nos machos que têm
relações que durem mais de três minutos, ou seja, mais longas, como um suporte
natural para a duração da cópula; nos macacos por exemplo, o BACULUM tem cerca
de dois centímetros, pois os macacos têm relações que duram cerca de sete
segundos, nos leões marinhos, o tamanho pode chegar aos sessenta centímetros.
E o HOMO
ERECTUS nisso?
É que
segundo KIT OPIE, o cientista que conduziu o estudo na Universidade de Londres,
há cerca de um milhão e novecentos mil anos, a estratégia reprodutiva do HOMO
ERECTUS passou a ser a monogamia; a redução da competição no acasalamento,
afastando teoricamente a concorrência à paternidade da prole, desobrigando o
macho a uma penetração muito longa e menos assídua, levou à diminuição
contínua, até ao desaparecimento do osso peniano.
- “ –
A DESCOBERTA DE UM SÍTIO ARQUEOLÓGICO PRÉ HISTÓRICO NO PUNGO UÁ N’DONGO
A descoberta e consequente notícia de um sítio
arqueológico pré histórico no Pungo Uá N’Dngo, Província de Malange, Angola,
alvoroçou o mundo científico em geral e muito particularmente o da arqueologia,
tão logo foi noticiado pela televisão estatal angolana, a TPA – Televisão
Pública de Angola. O mundo da arqueologia entrou em verdadeiro frenezi;
universidades de arqueologia e centros de pesquisa arqueológica dos mais afamados
do mundo, como a UFP Universidade Federal do Piauí, em Terezina PI, Brasil, a
UFS Universidade Federal de Segipe, em Laranjeiras SE Brasil, a University of
Bristol do Reino Unido, a University os Calgary do Canadá, a Queen’s University
também do reino Unido, tão logo a notícia foi veiculada internacionalmente pela
BBC, enviaram representantes a Luanda, capital de Angola, mostrando interesse
em enviar equipes de trabalho para colaborarem nas pesquisas.
Redes de
televisão do mundo todo desembarcaram em Luanda para percorrerem de carro, as
Van com o equipamento televisivo, os
trezentos e treze quilômetros que ligam Luanda ao Pungo Uá N’Dongo, passando
pelo Dondo, Cambambe e Dombo, numa estrada mal tratada pela guerra, e que só
podia ser percorrida com a segurança e apoio de colunas militares, levava horas
indeterminadas para ser vencida.

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